GPS

A marca mais comum é a americana Garmin, dentro da marca existem inúmeros modelos, inclusive uma linha voltada para o ciclismo.  Outra marca muito conhecida, a finlandesa Polar também tem alguns modelos específicos para ciclismo, mas fique atento, pois os mapas mais comuns para usar nos GPS’s são para Garmin.

  Se você pretende usar o GPS para diversas atividades, (carro/moto, trekking, bike, etc) recomendo os modelos “handhelds” da Garmin, escolhendo entre os de tamanhos menores (eTrex, podendo ser o Touch 35 ou 25, 30x ou 20x) se quiser algo maior  tem a linha Oregon onde o modelo 650 vem com câmera fotográfica, há também os modelos GPSMAP 64, os quais tem vários botões, inclusive um especifico p/ marcar pontos, deixando esta operação simples e rápida, visto que alguns modelos, principalmente os touchscreen, para marcar uma ponto você precisa percorrer duas ou mais telas.

Outro fator interessante destes modelos acima, é que todos usam pilhas alcalinas ou baterias AA recarregáveis.

Detalhes que diferenciam os modelos dentro de uma mesma linha:

·        Aceita mapa (formato img)

·        Bússola eletrônica (indica os pontos cardeais sem precisar movimentar o aparelho)

·        Altímetro barométrico (mede a altitude pela pressão do ar)

 Caracteristicas extra em alguns modelos são a utilização de sensores de fitness (monitor cardiaco, sensor de cadencia/velocidade) como o eTrex Touch 35

 OBS: alguns modelos vem de fabrica com mapas topográficos (especificado com a letra “T”), porém estes mapas são dos EUA e tem um custo a mais no aparelho.

  

Na linha ciclismo com e sem a opção de navegação, lembrando que um GPS sem a opção de navegação é um mero ciclocomputador e não sei se vale a pena investir num deste.

 Como mencionei acima existem, nesta linha, aparelhos da marca Garmin e Polar, recomendo a Garmin por ser mais comum e ter algumas características bem interessantes que irei expor mais adiante.

 De toda a linha Edge (denominação dos modelos para ciclismo da Garmin), considero apenas dois modelos interessantes de se investir: 1000 ou 810.

As diferenças entre os dois que se pode destacar a favor do Edge 1000 é um visor maior e algumas características do virtual partner (parceiro virtual de treino), conectividades mais amplas com smartphone, no restante ambos são iguais. 

A característica útil e interessante para quem gosta de treinar é o virtual partner, uma função que você treina ou disputa com um parceiro virtual. Na opção mais simples você determina uma velocidade para o seu parceiro virtual e acompanha na tela a diferença entre você e ele. Agora se você quer disputar com um tempo seu ou de outra pessoa as coisas começa a ficar bastante divertidas, usando o site Strava.com ou garmin connect ( o Strava tem mais popularidade) você escolhe contra quem quer competir, seja em um ou mais trechos do seu treino ou até de um treino inteiro. Aqui está a grande diferença entre os modelos Edge 1000 e 810, pois no Edge 1000 você escolhe o seu parceiro (previamente carregado) antes e durante o treino, enquanto no Edge 810 só é possível antes de dar a partida no GPS.

 Agora o grande X da questão: Será que vale a pena investir mais de mil reais em um destes aparelhos para ciclismo? Se a questão do virtual partner não lhe é útil, com certeza tem opções mais em conta como o uso de aplicativos no celular, o próprio Strava tem seu App com o qual você grava e depois analisa todo o seu treino ou passeio. Se você deseja navegar seguindo uma rota há diversos App no mercado, inclusive um para Android que aceita os mapas no formato IMG da Garmin que se chama Oruxmaps (http://www.oruxmaps.com), o mesmo transforma o se smartphone em um completo GPS, inclusive com a opção de você ver a posição dos seus amigos no mesmo treino/passeio.

 

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